O INSTITUTO ROBERTO KUPPÊ ESTÁ NA CAMPANHA ANTI-CRACK
7 de fevereiro de 2010VIOLÊNCIA: POPULAÇÃO DE RONDÔNIA PEDE SOCORRO!
7 de fevereiro de 2010ACIR GURGACZ (*)
A violência em Rondônia atingiu níveis assustadores, principalmente em Porto Velho, onde se vive a euforia do crescimento acentuado, devido à construção das hidrelétricas do rio Madeira. As autoridades dizem que têm tudo sob controle, mas população está sentindo na pele o que é viver na segunda capital mais violenta do país, considerando o índice populacional. Recentemente foram feitos investimentos na área de segurança, com a aquisição de veículos para as polícias, mas isso não foi suficiente para frear a criminalidade. A comunidade clama por providências, mas muitas vezes a voz quem vem das ruas não é ouvida pelos dirigentes. Enquanto isso prossegue os registros de assassinatos e assaltos, tendo como vítimas principalmente as pessoas de menor poder aquisitivo, que não têm dinheiro para contratar segurança privada. O poder público, como sempre, deixa de cumprir sua função de atender prioritariamente os que mais precisam no caso a maioria absoluta da população.
O quadro em Rondônia se agrava devido à extensa área de fronteira com a Bolívia. É bom lembrar que o índice de violência aumentou com a construção das hidrelétricas, mas já era alto antes mesmo de se falar em executar alguma obra no rio Madeira. Há tempos vem se verificando a necessidade de maior investimento na área de segurança. A situação, portanto, não chegou de repente ao ponto em que se encontra agora. Uma outra questão também deve ser considerada: há tempos se sabia que as usinas seriam construídas, por isso o Estado deveria ter se preparado melhor para o súbito aumento da população. Os recursos de compensação devido ao impacto causado por uma obra de tal magnitude poderiam ter sido aplicados de forma mais estudada, colocando a população carente em primeiro lugar. Como isso não aconteceu, agora o jeito é correr atrás do prejuízo antes que Porto Velho seja considerada a capital mais violenta do Brasil. Rondônia não precisa deste título.
Particularmente, defendo não só investimentos na área de segurança, mas também qualificação profissional, para oferecer oportunidades a quem precisa. É claro que há pessoas que se voltam para o crime. Para estas, não adianta muito oferecer oportunidades. Mas há diversos casos de pessoas desfavorecidas pela sorte. A imprensa já noticiou ocorrências de gente que foi presa em Porto Velho por furtar comida. Nitidamente, trata-se de quem não teve uma chance, no momento em que precisava. O poder público precisa olhar para essas questões. Muitas vezes compensa mais investir no social do que construir prisões e contratar policiais. O lado social é importantíssimo. Tudo isso deve estar dentro um planejamento. É muito bom resolver rapidamente um problema, mas melhor ainda é se antecipar, tomando as providências antes que o mal aconteça. E há coisas fáceis de serem previstas, mas os investimentos devem acontecer no tempo certo, caso contrário os que mais precisam sempre sofrem as conseqüências.
(*) É senador da República
ESSE É BRASILEIRO!!!
4 de fevereiro de 2010SONHO DE CONSUMO
4 de fevereiro de 2010ESSE SERÁ MEU!!!
4 de fevereiro de 2010VÔO DE HELICÓPTERO NA BARRA
4 de fevereiro de 2010BANDA WHISKY 74 AGORA É ACÁCIA: EVOLUÇÃO
4 de fevereiro de 2010RK EM CORDEL
3 de fevereiro de 2010Por Lima Rodrigues
Vou contar para vocês
A história de um vencedor
Um jornalista de Rondônia
Que na Mega Sena ganhou
Seu nome é Roberto Kuppê
Sua estrela nem sempre brilhou.
Nasceu menino pobre
Em Guajará Mirim
Em setembro de 60
Foi o que disse pra mim.
Aos oito anos em Porto Velho
A sua família chegou
E aquele garoto esperto
Lutava pra não ser sofredor
Vendeu picolé e frutas
E até sapato engraxou
Era pequeno no tamanho
Mas com atitude de sonhador.
Aos 11 anos de idade
Seguro e determinado
Ainda sem experiência
Inquieto e danado
Deixou sua cidade
E foi para lugar ignorado
De forma clandestina
Mas acabou sendo resgatado.
Chegou a fugir de novo
Queria ser diferente
Nasceu no dia 3 de setembro
Era um menino inteligente
Já gostava de conversar
E conhecer muita gente.
O pai já tinha morrido
A família passava necessidade
Dona Petronina, uma guerreira
Sabia da dificuldade
Para criar 10 filhos
Ela até mudou de cidade.
Seu Martiniano Moraes
Era um batalhador
Foi carpinteiro e honesto
Um forte lavrador
Morreu ainda moço
Assim quis o criador.
Ao deixar a mulher viúva
Ela em Guajará penou
Lavou roupa pra fora
Mas a família sustentou
Acreditou na capacidade
De um filho que Deus abençoou.
Com a graça Divina
Kuppê foi para o Colégio
Era o Dom Bosco
Escola de privilégio
A mãe havia conseguido bolsa
Após muito sacrilégio.
O menino estudava muito
E no colégio se destacava
Tinha uma meta traçada
A família sempre ajudava
Por onde passava o garoto
Nova amizade cativava.
Chegou a estudar numa escola
Numa cidade paulista
São José dos Campos
Onde a tecnologia tá na vista
Era curso de eletrônica
Mas a matemática foi golpista
Junto com a matéria cálculo
Viveu situação imprevista
Retornou para Rondônia
Em busca de nova conquista.
Começou a escrever
Artigos para jornais
Não eram textos espetaculares
Mas também não eram banais
Fundou Daily People
Foi sucesso demais
O semanário não durou muito
Por motivos empresariais
Após vender o Daily People
Para um grupo empresarial
Foi para o Rock in Rio
Assistir ao Festival
Sempre adorou rock
E até eventos fez na capital.
Hoje patrocina uma banda
Que toca rock bonito
A STREP e Rodrigo Rios
O sucesso será infinito.
Em 93 foi trabalhar num jornal
Conhecido como Estadão
Foi colunista importante
Denunciou a corrupção
Fez desafetos e inimizades
Mas não perdeu a direção
Manteve-se fiel aos princípios
De lutar por uma grande Nação.
Em 2007 chegou a Brasília
E trouxe os sobrinhos para com ele morar
A mãe e a irmã Luzia
Também não podiam faltar
Além disso, ele ajudava os outros irmãos
Que em Rondônia ficaram para trabalhar.
No Congresso fez cobertura
Era um jornalista credenciado
Escrevia coluna e fazia assessoria
Sendo muito respeitado
Estudou bastante e leu demais
Está sempre bem informado.
Morador do Guará, uma cidade satélite
Vivia correndo atrás
Enfrentava dificuldades
Mas sabia que Deus era maior que o Satanás.
Só não sabia que naquele local
Sua vida mudaria completamente
Ganharia na Mega Sena
E ajudaria muita gente
Promoveria obras sociais
Tudo estava em sua mente
A sorte grande chegou
Num dia de sol quente.
Primeiro jogou na Lotomania
Um dinheirinho ganhou
Pagou algumas contas
E aproveitou o que sobrou
Apostou na Mega Sena
E o teste 888 acertou.
Fez uma mistura de números
Incluindo a data de nascimento
O telefone do gabinete
Num só sentimento
Sem ter a certeza de ganhar
Mas já com pressentimento
Pois havia faturado a Lotomania
E aquilo não saia do pensamento.
No dia 9 de julho de 2007
Kuppê ganhou uma bolada
Quase R$ 19 milhões
A vida estava arrumada
Ajudou muitos amigos
E toda família foi beneficiada.
Criou o Instituto Matheus Moraes
Em homenagem ao irmão
Que morreu num acidente junto com a mulher
Causando grande consternação
O Instituto agora se chama Roberto Kuppê,
Ele achou melhor esta decisão.
A ideia é ajudar crianças
Jovens e também idosos
Oferecendo cursos profissionalizantes
Para aqueles que vivem momentos penosos
Sem uma profissão definida
E sem a ajuda de caridosos.
Caridoso e consciente
O jornalista sabe o que faz
Abriu empresas e investiu
Viajou e vive em paz
Sabe do seu papel social
E de tudo que é capaz.
”O Efeito Borboleta”
É seu filme preferido
Ouvir rock e comer sushi
É um homem aguerrido
Detesta novelas e funk
É um jornalista destemido.
Este cordel foi feito
Com base numa longa entrevista
Que ele concedeu
Para uma importante revista
A Êxito, de Brasília
Da Bernadete Alves, uma grande jornalista
O texto foi escrito pelo Gustavo Di Angellis
Filho da Bernadete e também apresentador
Jovem de talento e inteligente
Com futuro promissor
Contou toda a vida de Kuppê
Em oito páginas com louvor.
A matéria me inspirou
Este cordel a escrever
A rima vem com facilidade
Sempre gostei de fazer
E falar sobre Roberto Kuppê
Pra mim é sempre um prazer.
Boa sorte meu amigo
Realize o que sempre quis
Promover o social
Para fazer o povo feliz.
No Céu você é bem visto
Por Deus serás abençoado
Mantenha a humildade
Que serás sempre coroado
Ajudando pessoas carentes
E até o pobre coitado
Desde o começou estou
E sempre estarei ao seu lado.
Usei quadras, sextilhas e oitavas
Pra este cordel escrever
Fiz nesta manhã de sábado
Após sua reportagem ler
A Literatura de Cordel é vida
Sem ela, não sei sobreviver.
Obrigado leitor
Por esta história acompanhar
Conhecer a vida do Kuppê
Que teve a sorte brilhante
De na Mega Sena ganhar.
Brasília, 10 de novembro de 2007
AME SUA CULTURA E SUA FAMÍLIA:
3 de fevereiro de 2010 Se você é mais um daqueles que esta cansado de ver tanta baixaria, de ver emissoras colocando o que querem no ar sem se preocupar com quem está assistindo, apoie essa campanha: Entre no site abaixo (Ética na TV), e faça sua denúncia solicitando uma programação com mais qualidade e sem apelação. O link já está direcionado ao campo para fazer a denúncia:
http://www.eticanatv.org.br/index.php?sec=3&cat=7&pg=5
O MUNDO EM QUE NÃO VIVO
2 de fevereiro de 2010Sabe, às vezes eu penso que sou um alienígena, pois muitos fatos que acontecem neste mundo me deixa impressionado, pasmo, perplexo. Estou falando da criminalidade desenfreada. Das mortes banais e da busca incessante pelo poder e riqueza às custas de sacrifícios humanos. Vejo que muitas pessoas matam por nada, ou por alguma coisa, que seja. A vida não tem sido valorizada. O dinheiro está acima de tudo. Acima das amizades, da decência e da solidariedade. Solidariedade? O que é isso para certa parcela da população que elege o egoismo como o principal em suas vidas. Pelo dinheiro perdi muitos amigos e até parentes. Rompi com velhas amizades que antes do dinheiro eram sinceras. Sofri decepções. Ainda sofro. Esta semana foi especialmente atípica. Perdi mais amigos e possíveis parceiros. Parece que a falta de escrúpulo não tem fim. As vezes dá vontade de desistir do sonho e partir para o exílio, para a solidão. Sou feliz, claro, porque amo e sou amado. Tenho o que quero e o que desejo, mas, isso não é tudo. Não vejo apenas a minha felicidade. Busco a felicidade do próximo. E é por esta busca que sofro. As pessoas são incompreensíveis. São extremamente materialistas. Só pensam na própria estabilidade, no próprio conforto. Não pensam no conjunto, na sociedade mais justa. Vivo neste dilema achando que não sou deste mundo. Porque quase todas as pessoas se comportam iguaizinhas. Agem seguindo um roteiro perverso. Agem pensando num final infeliz. Mas, apesar de tudo, comprendo o ser humano. E o perdôo por isso.
SONATA AO LUAR
2 de fevereiro de 2010EM ALGUM LUGAR DO PASSADO
2 de fevereiro de 2010BILL GATES CLASSIFICA BERLUSCONI DE MESQUINHO
1 de fevereiro de 2010da Folha Online
O fundador da Microsoft, Bill Gates, lançou um duro ataque ao premiê italiano, Silvio Berlusconi, nesta semana, devido à despreocupação do líder do país em relação à ajuda a países pobres. Gates chamou o premiê de “mesquinho” –além de vincular o implante de cabelo de Berlusconi à pouca ajuda humanitária.
| Andrew Medichini -19.jan.10/AP |
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| Premiê italiano Silvio Berlusconi (foto) foi classificado como mesquinho por Bill Gates |
De acordo com o site Huffington Post, um relatório da Fundação Gates aponta a Itália como “exclusivamente mesquinha entre doadores europeus” –apontando uma doação de apenas 0,11% do PIB em 2009. Em entrevista a um diário alemão, Gates declarou: “Caro Silvio, lamento tornar as coisas difíceis para você, mas você está ignorando as pessoas pobres do mundo”.
“Pessoas ricas gastam muito mais dinheiro em seus próprios problemas, como a calvície, do que no combate à malária”, disse Gates. Nesta semana, Berlusconi foi fotografado por jornais italianos com implantes de cabelo.
LUKINHA, ESTE É O CARA
31 de janeiro de 2010OLHA ESTE TALENTO
31 de janeiro de 2010FAMÍLIA DÁ EXEMPLO DE SOLIDARIEDADE: RECEBE CERCA DE 700 DESABRIGADOS EM S. LUIZ DO PARAITINGA
30 de janeiro de 2010Na casa e no coração da aposentada Carmelina Rocha, de 70 anos, cabem 9 filhos biológicos, 19 que ela criou para o mundo e 11 netos. Mas também ficaram sob o teto dela cerca de 700 pessoas ao longo de pelo menos cinco dias. Eram vítimas da enchente que devastou a pequena São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba, em 1º de janeiro. A tragédia completa um mês e, Lica, como a agricultora é conhecida, ainda tenta pôr a chácara e a vida em ordem.
“Até agora a casa não voltou ao lugar”, conta a mulher, que abrigou e deu de comer a moradores e turistas durante o temporal. Alguns ficaram por 15 dias. Na tarde de quarta-feira (27), quando recebeu o G1 para uma conversa, ela ainda lavava tapetes e arrumava os colchões que cedeu aos hóspedes; muitos deles desconhecidos. “Abri minha casa e meu guarda-roupa. Disse que podiam pegar o que precisassem.”
Localizada e 182 km de São Paulo e com população de aproximadamente 10 mil habitantes, a cidade ficou debaixo d’água no primeiro dia de 2010. O Rio Paraitinga transbordou, chegando a cobrir o teto das casas. A Igreja Matriz foi ao chão e as pessoas tiveram de ser resgatadas de bote por instrutores de rafting e pelos bombeiros.
No sítio da família Rocha, a poucos minutos do centro histórico, a chuva não trouxe danos. Só gente aos montes. O que sobrou da ceia de fim de ano e das compras que seriam do mês acabou em poucos dias. “Fiz feijão, macarrão, salada, bolo. E tínhamos matado duas leitoas para o dia do ano (novo). A sorte é que eu estava prevenida”, lembra Lica, rindo.
Leite a água para todos

Família Rocha ajudou centenas de desabrigados (Foto: Carolina Iskandarian/G1)

Família Rocha ajudou centenas de desabrigados (Foto: Carolina Iskandarian/G1)
Assustados com tanta gente chegando de bote no meio da tempestade - até o helicóptero da PM pousou no terreno do Sítio São Benedito para resgatar algumas pessoas – os Rocha não pensaram duas vezes: Valdo, de 49 anos, foi atrás de leite. E o irmão Benedito, 51, tratou de distribuir a água da mina para os visitantes.
Junto com um fazendeiro amigo, Valdo usou o barquinho de remo da pescaria para chegar ao pasto e tirar o leite de 80 vacas. “Em um dia, eu trouxe 200 litros em quatro galões. Não durou cinco minutos”, diz o agricultor, que conta ter percorrido 18 km. “Fomos remando pelo rio, mas, onde não dava, colocamos o barco nas costas e subimos o morro. Fiquei com o ombro todo esfolado”, afirma o Luizense, que ri da aventura.
Na propriedade da família Rocha – dona Lica e o marido chegaram a São Luiz do Paraitinga há 50 anos – existem oito casas. “Gosto dos filhos e netos por perto”, justifica a matriarca, que acomodou os hóspedes na sala, nos quartos, na varada e onde coubessem. “Só aqui dormiram 50 pessoas”, afirma ela, indicando um cômodo.
Os desabrigados que ficaram sob a asa de Lica deixaram saudades. “Não estranho a casa cheia. É um prazer.” Para a senhora de jeito tímido e acolhedor, a solidariedade parece não ter limites. “Acho que ainda fiz pouco pelo tanto que o povo de Paraitinga merece. Só peço proteção divina a eles e a meus filhos”, pede a agricultora, dessa vez, sem segurar as lágrimas.
AS TRÊS PENEIRAS
30 de janeiro de 2010
Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém. Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:
_ O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
_ Três peneiras? – indagou o rapaz.
_ Sim ! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Arremata Sócrates:
_ Se passou pelas três peneiras, conte! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
FUNK DO JOEL
28 de janeiro de 2010LUCIANO HUCK CONTRATA ESCRITÓRIO DE MULHER DE CABRAL E GANHA DECRETO DE PRESENTE
28 de janeiro de 2010Mais um caso escandaloso envolve o governador Sérgio Cabral e sua mulher Adriana Ancelmo. É mais uma situação em que um cliente do escritório de sua mulher é beneficiado pelo governador Sérgio Cabral. Desta vez o envolve o apresentador da TV GLOBO, Luciano Huck.
O artista tem uma mansão em Angra dos Reis, que foi construída de forma irregular e por isso responde processo movido pela prefeitura do município. Luciano Huck contratou o escritório de advocacia da mulher de Sérgio Cabral e “coincidentemente”, o governador assinou um decreto que liberou as construções em Angra dos Reis e na Ilha Grande. O decreto de Cabral é uma aberração tão grande, que ambientalistas o apelidaram de “Lei Luciano Huck”, porque beneficiou o apresentador.
Hoje, o jornal Estado de S.Paulo publica a denuncia gravíssima. Mais uma denúncia que envolve negócios particulares da mulher de Sérgio Cabral com decisões tomadas pelo governador, que beneficiaram os clientes da esposa.
Os jornais do Rio continuam ignorando o assunto. O Ministério Público estranhamente, diante de tantas evidências, denúncias e fatos comprovados, até agora não se manifestou. O deputado Alessandro Molon (PT) vai pedir uma CPI para apurar a situação do Metrô, que é cliente da mulher de Cabral e teve sua concessão prorrogada por mais 20 anos pelo governador.
Eu disse ontem no blog, que só tinha aparecido a ponta do iceberg. Pois, aguardem que a situação é inusitada. Agora, começa a se entender porque o escritório da mulher Adriana Ancelmo cresceu tanto, desde que o seu marido Sérgio Cabral assumiu o governo. Quem precisa de contratos, de decretos, de autorizações do governador encontrou o melhor caminho, que vem sendo contratar o escritório de sua mulher.
TOCANTE
28 de janeiro de 2010PESSOAS DE BEM NA POLÍTICA
28 de janeiro de 2010Acir Gurgacz (*)
Neste ano de eleições, as pessoas honestas e compromissadas com o desenvolvimento de Rondônia devem se unir para buscar o melhor para o Estado. Sei muito bem que a classe política em geral é mal vista, devido aos tantos escândalos noticiados constantemente pelos veículos de comunicação. O comentário da maioria é que ingressam na política as pessoas interessadas em levar vantagem em tudo, com o único objetivo de enriquecer com facilidade. De minha parte, digo que esse pensamento precisa ser modificado. Enquanto as pessoas de bem estiverem pensando assim, continuarão abrindo espaço para os mal intencionados. O ideal é que pessoas sérias participem ativamente da política, como candidatos. É claro que o prazo legal para filiação partidária já terminou, para quem deseja disputar estas eleições. Mas quem não está filiado a um partido pode muito bem ajudar candidatos interessados no progresso da região. Não falo aqui de ajuda financeira, mas de ativa participação na campanha.
Infelizmente, existem os políticos profissionais, que não demonstram o mínimo de compromisso com a população. Mentem, enganam e recorrem a artifícios como a compra de votos para chegar ao poder. Mas agem assim porque as pessoas de bem se mantêm afastadas da política. Muitas pessoas sérias dizem que não vão chegar nem perto de um mar de lama. Com isso, os desonestos têm espaço. Para modificar essa situação, os bem intencionados precisam agir. Enquanto nenhuma atitude for tomada, continuaremos a ver dinheiro público escorrendo pelo ralo da corrupção. Veremos obras superfaturadas e licitações direcionadas. Dinheiro que poderia ser usado na construção de escolas e hospitais e também na segurança pública continuará indo parar no bolso dos corruptos, através de esquemas fraudulentos constantemente denunciados pela imprensa. Esse é o preço que pagamos por deixar os mal intencionados tomarem conta da política. É uma conta alta, principalmente para os que mais precisam do poder público.
Se as pessoas de bem decidirem participar da política, a situação será outra. Quem deseja o crescimento de Rondônia precisa colaborar para que isso aconteça, precisa dar ao eleitor um bom leque de opções. Maus políticos dificilmente impedirão o desenvolvimento de uma região, mas atrapalharão bastante, porque desviarão uma parcela considerável de recursos que poderiam ser aplicados em benefício da população. Assim, retardarão a chegada do progresso e travarão as obras de infraestrutura. Eles precisam ser retirados de circulação pelo voto popular, pela ação de pessoas honestas. Eu sempre disse que esta terra é promissora e sempre acreditei no futuro do Estado, por isso decidi dar minha parcela de colaboração. Assim, da mesma forma, peço aos bem intencionados que também colaborem, colocando o nome à disposição dos partidos ou ajudando os que forem dignos de confiança. Acredito que uma união de esforços é o melhor caminho para modificarmos a maneira de fazer política.
(*) Acir Gurgacz é senador da República
AMAR O PRÓXIMO
28 de janeiro de 2010Se alguém diz que ama a Deus, mas não ama o seu semelhante, é mentiroso. Isso foi escrito pelo Apóstolo João e nos convida a uma profunda reflexão.
Por que o amor a Deus passa inevitavelmente pelo amor ao próximo? Por que não basta amar a Deus no isolamento das criaturas, ou na indiferença ao semelhante?
Deus, ao nos criar, não nos cria perfeitos, mas oferece as oportunidades e possibilidades de se chegar à perfeição.
E, por grandiosidade de Sua justiça, essa perfeição se alcança por esforço próprio, por dedicação, e jamais por gratuidade ou dom divino, a escolher uns ou outros como mais ou menos amados por Ele e, consequentemente, com mais ou menos virtudes e dons.
Quando lemos a biografia de grandes vultos do amor ao próximo, como Madre Teresa de Calcutá, Chico Xavier ou Irmã Dulce, vemos a exemplificação do exercício no amor ao próximo.
E é natural que questionemos de onde eles retiraram forças para amar incondicional e intensamente, ao longo de toda uma vida?
Aprenderam a amar ao próximo no exercício do amor a que se propuseram, saindo de si mesmos, indo em direção ao outro, encontrando Deus.
O amor a Deus não se constrói de forma mística, transcendental ou isoladamente.
Entendendo isso, Jesus, personificação maior do amor a Deus, nos ensina que toda vez que auxiliarmos, que dermos de comer, que matarmos a sede de nosso irmão, é a Ele mesmo que estaremos fazendo isso.
Convida-nos Jesus a experimentar o exercício do amor a Deus aprendendo a amar ao próximo.
Afirma mesmo o Mestre Galileu que o maior mandamento da Lei de Deus é amar ao Pai, seguido do exercício de amar-se para amar ao próximo.
Se você busca o entendimento das Leis de Deus, de instaurá-Lo na sua intimidade, um bom início será o de olhar para o próximo, no exercício do amor.
Sempre temos recursos e meios de auxiliar, de demonstrar o amor na forma do desvelo, do carinho, da solidariedade ou da compaixão.
Ofereçamos a palavra edificante para incentivar os desvalidos, a presença fraterna para aqueles abandonados na solidão, ouvidos pacientes para um coração aflito com necessidade de desabafar.
Somos convidados ao exercício do amor ao próximo construído na compreensão frente àquele em desatino, em benevolência para o irmão em desequilíbrio ou indulgência na ação precipitada.
São pequenos gestos que se fazem exercícios de amor ao próximo, no objetivo de amar a Deus. Afinal, como nos alerta o Apóstolo João, se não conseguimos compreender nosso irmão, jamais teremos condições de amar e compreender a Deus.
Redação do Momento Espírita.
QUINZE DIAS APÓS TREMOR, 1 MILHÃO DE CRIANÇAS AGUARDAM AJUDA NO HAITI
27 de janeiro de 2010-
Folha Online

Crianças guardam pacote com suprimentos entregue pelas equipes de ajuda humanitária em Porto Príncipe
As crianças representam 45% da população haitiana e estão entre os grupos mais vulneráveis dos sobreviventes do terremoto do último dia 12. Embora não haja um número oficial, a ONG Save The Children estima que haja 1 milhão de crianças órfãs, desacompanhadas ou que perderam ao menos um dos pais no terremoto. Muitas delas agora vagam nas ruas de Porto Príncipe em busca de comida e de algum familiar.
“Elas são extremamente vulneráveis”, alerta Kate Conradt, porta-voz da ONG.
As organizações humanitárias voltadas para crianças focaram seus esforços iniciais nas crianças órfãs e aquelas que foram separadas das famílias.
“Há preocupação quanto à saúde, assuntos psicossociais e, claro, estamos preocupados que crianças desacompanhadas serão exploradas por pessoas sem escrúpulos que podem querer traficá-las para a adoção, para comércio sexual ou para a servidão”, disse Kent Page, porta-voz da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), citado pelo jornal “The New York Times”.
Nesta terça-feira, relata o jornal, funcionários foram às ruas para coletar informações para um banco de dados que ajudará a manter contato com as crianças. A mesma técnica foi utilizada na Província de Aceh, na Indonésia, após o devastador tsunami de 2004, para ajudar a reunir crianças e parentes.
As crianças que não tiverem nenhum adulto responsável ou disposto a assumir seus cuidados serão enviadas a um dos três orfanatos na capital onde a Unicef estabeleceu centros de apoio.
A Save The Children organizou também 13 “espaços infantis” em acampamentos improvisados. Já a Cruz Vermelha e outros grupos lançaram esforços para reunir as crianças com seus familiares.
“As crianças do Haiti, a menos que tenham ajuda, elas perderão sua infância, sua inocência”, disse a primeira-dama haitiana, Elisabeth Delatour Préval, nesta terça-feira.
Apesar dos esforços, é evidente nas ruas de Porto Príncipe que as crianças superam em muito a capacidade de ajuda humanitária das ONGs. Algumas foram liberadas dos hospitais sem nenhum responsável porque não há leito suficiente para aguardar que alguém venha procurá-las.
“Médicos estão sendo aconselhados a monitorar e enviar crianças desacompanhadas para espaços amigáveis”, disse a ONU, em comunicado recente.
Ajuda
Enquanto as equipes tentam encontrar um local para as crianças, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira durante o Fórum Social Mundial que irá ao Fórum Econômico de Davos (Suíça) e vai “jogar na cara dos países mais ricos” a crise financeira e o “abandono” do Haiti. O presidente também anunciou que irá visitará o Haiti em 25 de fevereiro.
“Vou a Davos como em 2003, com orgulho do que tenho que dizer e mostrar (…) e com a missão de dizer que se o mundo desenvolvido tivesse feito a lição de casa na economia, não teríamos tido crise”, afirmou Lula em discurso realizado perante aproximadamente 10 mil participantes do Fórum Social em Porto Alegre.
Apesar do prêmio, Lula alertou que vai a Davos com exigências contra os representantes de países ricos e empresários que vão se reunir. “Davos não discutiu a crise que estava por vir” e que o Fórum Social já tinha antecipado desde sua primeira edição, em 2001, afirmou Lula.
Tragédia
O terremoto aconteceu às 16h53 do último dia 12 (19h53 no horário de Brasília) e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, que ficou virtualmente devastada. O Palácio Nacional e a maioria dos prédios oficiais desabaram. O mesmo aconteceu na sede da Minustah, missão de paz da ONU, liderada militarmente pelo Brasil.
Ainda não há um dado preciso do total de mortos. O balanço das Nações Unidas divulgado nesta segunda-feira indica um total de 112.250 mortos e outros 194 mil feridos. Já o governo haitiano confirmou neste domingo que o número de mortos no país já atingiu 150 mil somente na região metropolitana de Porto Príncipe.
Entre os brasileiros, 21 morreram, sendo 18 militares e três civis –a brasileira Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, o chefe-adjunto civil da missão da ONU no Haiti, Luiz Carlos da Costa, e uma brasileira com dupla-cidadania europeia que não teve a identidade divulgada a pedido da família.
VIDEO DE RK NO PROFISSÃO REPÓRTER
27 de janeiro de 2010
VIDEO DA STREP PODE IR PARA MTV
27 de janeiro de 2010NOSSAS MÃOS
25 de janeiro de 2010Emmanuel
Em verdade, há milhares de mãos maravilhosamente limpas no jogo das aparências. Mãos que se cobrem de joias valiosas, mas que não se dispõem a partir um pão com o faminto. Mãos que se agitam, vivazes, na mímica dos discursos comoventes, mas que não descem ao terreno de ação para ministrar uma gota de remédio ao doente.
Mãos que assinam decretos e portarias importantes na administração pública, recomendando a ordem e a virtude para os governados, mas que não hesitam em desmantelar os bens coletivos que lhes foram confiados.
Mãos que escrevem páginas admiráveis de literatura, sob a inspiração da gramática, ornada de tesouros artísticos, e que jamais se preocupam com a prática do verbalismo brilhante que produzes. Mãos que se movimentam em acervos de moedas e notas bancárias, exibindo poder, mas que não cedem o mais leve empréstimo dos recursos em que se demoram, sem pesados tributos ao irmão que suporta espinhosos fardos em escuros caminhos.
Mãos que indicam aos outros o roteiro da salvação e que escolhem a senda escura da maldição para si mesmas.
Realmente, não te esqueças da higiene de tuas mãos, contudo, guarda vigilância para com aquilo que fazes.
Nossas mãos constituem as antenas de amor que, orientadas pelo Evangelho, podem converter a Terra em domínio de luz. Deixa que os teus braços se integrem no trabalho da verdadeira fraternidade e serás, desse modo, o instrumento vivo da Vontade Divina, onde estiveres, em favor do reinado da paz e da alegria para o engrandecimento do mundo inteiro.
Emmanuel
Do livro “Mãos marcadas”
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
PENSAMENTO
24 de janeiro de 2010É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida…”
DÊEM UM JEITO, MAS ASSISTIAM, POR FAVOR, A “O CLUBE DO IMPERADOR”!!!
24 de janeiro de 2010O Clube do Imperador
Em busca da Formação Plena
Não há entre os autênticos educadores um único que não tenha o interesse genuíno de fazer com que sua aula extrapole os limites dos conteúdos que estão sendo trabalhados e permita a seus estudantes uma formação plena, integral. E quando falamos nisso, destacamos que essa idéia envolve a busca não apenas do conhecimento do ponto de vista acadêmico, mas também ético e filosófico.
Queremos transformar nossas crianças e jovens em pessoas que saibam o quanto é importante valorizar a vida, estimular o progresso, perceber o mundo em que vivem, amar o conhecimento, gostar de conviver com outras pessoas (e com as diferenças), enfim, crescer em busca da harmonia, do amor e da paz.
Há, sem dúvida, como nos diz o mestre Rubem Alves, aqueles que entram em aula apenas para “dar aulas”. São competentes (ou não tão competentes) “dadores” de aulas de história, matemática, ciências ou português, entretanto não conseguem perceber que o papel dos educadores extrapola conceitos e teorias, regras gramaticais e descrições de paisagens, fatos históricos ou fórmulas matemáticas.
A educação carrega em si, de forma implícita a realização da plenitude de nossos alunos através de seu contato conosco, os professores. Isso não significa que somos exemplares e virtuosos. Somos sujeitos a falhas e imperfeições como todas as outras pessoas. O que se espera é que consigamos, através de nossa prática pedagógica, de nossa proximidade com os estudantes, de nossa capacidade de dialogar e tantas outras habilidades e competências que devemos ter, que sejamos capazes de falar ao coração, atingir a alma, perpetuando palavras, pensamentos e ações que estão além de meros conteúdos.
Muitos educadores sabem disso. São eles que estão sempre se dispondo a escutar seus alunos tanto em aula e em relação aos tópicos e temas trabalhados em suas disciplinas quanto fora de aula para ajudar a dissipar as dúvidas que surgem na estrada da vida; são esses professores que estudam sempre e constantemente buscam novas fórmulas e metodologias que tornem suas aulas ainda mais motivadoras; são esses profissionais que nunca parecem satisfeitos e que às vezes são chamados de inconformados por sua atitude de perene procura de respostas aos problemas do cotidiano da escola.
Se você está se percebendo nessas linhas e notando que suas atitudes são condizentes com aquilo que está escrito, parabéns! Você deveria receber prêmios (o maior de todos é o carinho e a consideração de nossos alunos) e reconhecimento por sua postura e conduta profissional. Sei que não é isso que você está querendo através de suas realizações, afinal de contas o nosso espírito de educadores não é tão afeito aos holofotes, a fama e a celebridade, o que realmente vale é saber que passamos a fazer parte da história de vida de nossos estudantes e que os auxiliamos a obter sucesso e alcançar a felicidade profissional e pessoal.
O filme “O Clube do Imperador” nos coloca diante de um professor que persegue esse nosso sonho de forma abnegada. Tenho certeza que só isso já é suficiente para que você se interesse em saber mais e assista ao filme… Boa diversão!
O Filme
William Hundert (Kevin Kline) é um conceituado professor de história da Antiguidade Clássica (Grécia e Roma) verdadeiramente apaixonado por seu trabalho. Além disso, Hundert é um dos baluartes da tradicional escola onde dá suas aulas. Respeitado pelo diretor e pelos alunos, todos os anos esse professor organiza uma competição cultural que se tornou clássica no colégio, o “Clube do Imperador”.
Em sua nova turma de estudantes o professor Hundert começa desde o princípio a estimular o gosto pelo estudo dos grandes acontecimentos relacionados aos generais e imperadores romanos e aos filósofos e artistas gregos. É capaz de gastar uma aula inteira se dedicando a explicitar pensamentos e campanhas militares para os jovens estudantes.
Seus novos estudantes são muito promissores o que o anima ainda mais a realizar um trabalho de qualidade. Entre eles há, inclusive, o filho de um dos vencedores de uma das edições passadas do “Clube do Imperador”. Depois de alguns dias de aula transcorridos, sua aula é interrompida para a chegada de um novo estudante, Sedgewick Bell (Emile Hirsch), arrogante e prepotente filho de um senador.
Confrontado algumas vezes pelo garoto, Hundert resolve contar com o apoio do pai do garoto para conseguir fazer com que ele se aplique mais nos estudos e valorize a educação a que está tendo acesso. De seu empenho surge a primeira grande oportunidade de valorizar Sedgewick e dar-lhe o necessário estímulo para um maior interesse na escola ao ter em suas mãos a chance de classificá-lo para as finais do “Clube do Imperador”.
Será possível aos professores através de suas atitudes modificar o futuro de seus alunos? Até que ponto o convívio diário com os professores pode influenciar o caráter e as atitudes dos estudantes? O individualismo e a busca da vitória a qualquer preço são ensinamentos que devem continuar fazendo parte das lições trabalhadas na escola? Até que ponto os professores devem continuar acreditando e investindo na recuperação de seus alunos (seja na formação ética ou na acadêmica)? Será que o idealismo muitas vezes não chega a cegar os professores em seus julgamentos e procedimentos em relação a seus estudantes?
Todas essas questões estão, de certa forma, presentes no filme “Clube do Imperador”, isso já o qualifica a ser visto por educadores e seus pupilos, pelos pais e por todas as pessoas interessadas em melhorar a educação. Assistam!
Aos Professores
1- Jamais deixem de sonhar! Mais do que isso, invistam em seus sonhos, façam com que eles se tornem realidade. Apliquem seu tempo, utilizem seus conhecimentos, pesquisem quando necessário e permitam que todo o seu esforço e experiência se transformem em projetos que revertam em favor da educação, da escola onde trabalham, da comunidade a qual servem e, principalmente de seus alunos.
2- Tendo como exemplo o filme “O Clube do Imperador”, por que não realizar concursos culturais em sua escola. Podem ser criadas competições em qualquer disciplina ou mesmo em todas, por séries ou níveis de dificuldade, agregando notas ao desempenho dos alunos em cada disciplina ou para premiar com medalhas e troféus os vencedores. O mais importante é fazer com que os alunos se interessem e queiram cada vez mais estudar.
3- Muitos professores me questionam nas palestras e workshops que realizo a respeito da formação mais ampla e integral do aluno. Costumo lhes dizer que os alunos se pautam muito em nossas atitudes e postura diante do mundo. Uma das observações mais constantes de nossos estudantes em relação a seus professores relaciona-se a coerência entre discurso e prática. Não adianta, por exemplo, o professor defender de forma veemente a democracia se suas atitudes são de intolerância e incompreensão…
4- As escolas deveriam se preocupar em documentar a passagem de seus estudantes pela escola através de fotografias como ocorre regularmente nos Estados Unidos com os Yearbooks (livros do ano). Além disso, seria muito interessante se a cada 5 ou 10 anos as escolas conseguissem reunir os alunos que se formaram e seus professores para reuniões e confraternizações em que se falasse sobre o que aconteceu com cada um depois do término de seus compromissos escolares. Seria estimulante para professores e alunos saber que seu convívio foi fundamental para o futuro de ambos…
Ficha Técnica
O Clube do Imperador
(The Emperor’s Club)
País/Ano de produção: EUA, 2002
Duração/Gênero: 109 min., Drama
Direção de Michael Hoffman
Roteiro de Ethan Canin e Neil Tolkin
Elenco: Kevin Kline, Emily Hirsch, Embeth Davidtz, Rob Morrow, Edward Herrmann,
Harris Yulin, Paul Dano, Rishi Mehta, Jesse Eisenberg, Gabriel Millman.
GOVERNO DE RONDÔNIA OBRIGA DOENTES E ACOMPANHANTES A FICAREM EM POUSADAS CLANDESTINAS
24 de janeiro de 2010
A Casa de Apoio continua funcionando na W3 Sul, em Brasília
Há quase três anos, a Casa de Apoio do Instituto Roberto Kuppê (Ex-IMM), atende gratuitamente a pacientes e acompanhantes de Rondônia que necessitam ir a Brasilia se tratar, mas, não possuem recursos suficientes para pagar despesas com hospedagens. São pessoas pobres mesmo, que as vezes vão só com a roupa do corpo. Os pacientes e acompanhantes viajam com passagens aéreas pagas pelo SUS, mas não recebiam nada para as despesas de hospedagens. Foi aí que a Casa de Apoio entrou para sanar este problema. Há três anos, os pacientes não tinham onde se hospedar. ” Se viravam”. Muitos até dormiam na Rodoviária. Com as graças de Deus, montamos a Casa de Apoio numa casa adquirida por R$ 550 mil reais. Em dois anos, hospedamos milhares de pessoas a quem oferecíamos almoço e janta, além do transporte aeroporto-casa de apoio-aeroporto, além de levar para os hospitais. Durante este período e até hoje, nunca recebemos um tostão de nenhum órgão federal, estadual ou municipal. Em dois anos e meio gastamos só com a Casa de Apoio mais de R$ 2 milhões. Repetindo, com dinheiro próprio do presidente Roberto Kuppê. O que recebemos em troca? Só o carinho das pessoas que foram beneficiadas. Isso já basta.
Mas, das pessoas ligadas ao governo de Rondônia, recebemos em troca a indelicadeza, o constrangimento, a mentira, a safadeza, a indiferença. Por vezes, o pessoal da Representação do Governo de Rondônia em Brasília mentiu dizendo aos pacientes que a Casa de Apoio tinha fechado, o que trouxe transtornos para os doentes que gostavam da referida casa. Com a informação mentirosa de que a Casa de Apoio tinha fechado, os pacientes ficaram literalmente na rua da amargura, achando que não tinham onde se hospedar. Algumas pessoas entraram em contato diretamente com a Casa e descobriram que estava aberta. Mas, o pessoal da Representação ameaçou os pacientes se eles ousassem se hospedar na Casa de Apoio. Foi o que ficamos sabendo.
Na verdade, os pacientes não precisariam de favores de uma Casa de Apoio, se o governo de Rondônia cumprisse o que manda a Lei, que cada paciente tem direito a certa quantia para pagar hospedagens em Brasília. Somente depois da exigência do Ministério Público, no ano passado, o governo se sentiu obrigado a repassar a cada paciente e acompanhante, através do SUS, R$ 30 reais para o pagamento das diárias. Mas, isso não dá nem para pagar o café o o almoço, que dirá pagar hospedagens dignas que não saem por menos de R$ 50 a diária. Pois bem. Onde quero chegar? Acontece que desde o início, há dois anos e meio, a Casa de Apoio vinha atendendo os pacientes de Rondônia gratuitamente, mas, que a entidade precisaria de apoio financeiro do governo do Estado para a manutenção dos serviços, pois o IRK só recebe recursos do seu presidente, este que vos escreve.
Acontece que o governador de Rondônia, Ivo Cassol (PP) deu ordens expressas para que não fosse dada nenhuma Cibalena (termo que ele usa para falar em recursos financeiros) para a Casa de Apoio. E mais: o pessoal da Representação do Governo em Brasília diz para todos os pacientes que a Casa de Apoio fechou e que é para eles se virarem nos R$ 30 que o governo dá para a diária.
Pousadas clandestinas
Mas, acontece que não existem mais pousadas na W3 Sul, onde fica a Casa de Apoio. O que existem são pousadas clandestinas. E, pior. Como são clandestinas, elas não podem emitir nota fiscal que comprovariam os gastos dos pacientes com hospedagens. Quer dizer, em vez do governo apoiar a Casa de Apoio que oferece um serviço cinco estrelas, faz o contrário. Hoje, algumas pessoas que “furam” o cerco da Representação do Governo em Brasília, se hospedam na Casa de Apoio. Muitos são ameaçados para não se hospedarem na casa. Um absurdo.
Emenda
Para 2010, haverá mudanças na Casa de Apoio que deverá receber apoio do Governo Federal para continuar os serviços. Alguns parlamentares de Rondônia assinaram emendas que poderão suprir as necessidades e assim, continuar o atendimento sem o apoio do governo de Rondônia. O Governo do Distrito Federal (GDF) proíbe o funcionamento de pousadas e quaisquer empresas ou entidade ao longo da W3 Sul. Estamos vendendo o imóvel da W3 Sul e adquirindo outro para continuar o atendimento gratuito.
ESPÉCIES AMEAÇADAS TERÃO DNA CONGELADOS!
23 de janeiro de 2010
por Katherine Harmon
KATHERINE HARMON
Amostras de DNA congeladas nos tanques criogênicos
Logo abaixo da exposição dos dinossauros, um laboratório no porão do edifício novecentista do Museu Americano de História Natural (AMNH na sigla em inglês), em Nova York, abriga a mais nova coleção da instituição: oito grandes cilindros criogênicos refrigerados por nitrogênio líquido. Chamada de Coleção Ambrose Monell para Pesquisa Molecular e Microbiana, o laboratório guarda milhares de microscópicas amostras genéticas congeladas. E a coleção recebeu alguns novos – e raros – espécimes.
Representantes do Serviço Nacional de Parques americano, responsável pela gestão das terras onde vivem muitas das quase 400 espécies de vertebrados ameaçados dos Estados Unidos, assinaram um acordo com o museu para a estocagem de amostras de DNA nos frascos refrigerados.
“Esses recursos são realmente necessários para os estudos biológicos destinados a entender melhor a diversidade de vida no planeta”, afirmou durante a assinatura do acordo George Amato, diretor do Instituto Sackler de Genômica Comparativa do museu.
Entretanto, os novos associados não têm nenhuma intenção de reanimar linhagens extintas no estilo Jurassic Park. A esperança é usar essas amostras genéticas – mantidas a 160°C negativos pelo vapor do nitrogênio líquido em ebulição – como uma linha de base com o intuito de descobrir como espécies e populações estão mudando e se adaptando – ou não – às mudanças ambientais. Amato observou, no entanto, que “é difícil predizer qual o valor disso no futuro”.
Desde que o laboratório foi inaugurado em 2001, o AMNH está aceitando amostras doadas (em geral retiradas de sangue, osso ou tecido muscular) por estudantes graduados e outros pesquisadores. Juntamente com a manutenção da coleção, o museu disponibiliza gratuitamente pequenas amostras para estudo. “Muitas pessoas estão contentes por estarmos nos encarregando das amostras que estavam em seu poder,” declarou Julie Feinstein, que gerencia a coleção cuja capacidade total é de cerca de um milhão de amostras.
“O que o museu oferece ao Serviço de Parques é algo que não poderíamos fazer nós mesmos”, afirmou Ann Hitchcock, encarregada dos arquivos do Serviço de Parques, que não tem instalações criogênicas próprias e depende de pesquisadores que armazenam amostras em universidades ou outros laboratórios.
O novo acordo também permite a criação de uma coleção de amostras mais uniforme – o AMNH providenciará kits especiais e material de remessa para os pesquisadores em parques nacionais. Também garantirá um processo de armazenagem mais estável que aquele que poderia ser conseguido em instalações menores, com a promessa, ainda, de que mesmo sem eletricidade, as amostras permanecerão resfriadas por cinco semanas.
“Isso é simplesmente fantástico”, comentou a respeito do acordo Bert Frost, diretor associado de administração de recursos naturais e ciências do Serviço Nacional de Parques. Ele citou a ameaçada raposa-das-ilhas, encontrada no Parque Nacional da Channel Islands ao largo da costa sul da Califórnia, cujo DNA (obtido de amostras de sangue) provavelmente será uma das primeiras contribuições para a coleção. A raposa participa de um programa de reprodução em cativeiro para recuperar sua população.
“Se tivéssemos perdido esse animal, teríamos perdido toda essa informação genética”, disse Frost. “Agora com uma instalação como essa, se alguma coisa catastrófica acontecer, e venhamos a perder um animal ou uma espécie, ao menos teremos algum material genético seu” para estudar.
NR. Se tivéssemos que congelar o DNA de algumas pessoas especiais, imprescindíveis para a humanidade, quais você congelaria?
1-Zilda Arns
2-Lula
3-RK
5-Obama
6-Madre Tereza de Calcutá
7-Chico Xavier
8-Padre Marcelo Rossi
9-Padre Fábio Melo
10-
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