A CAMINHO DE LONDRES

3 de julho de 2009

oslolondres

SENADO, VERGONHA NACIONAL

3 de julho de 2009

senado-federalO Senado Federal brasileiro tornou-se uma fonte inesgotável de escândalos, mau uso do dinheiro público, falta de produção e retorno para a sociedade brasileira. Por que isso acontece? Será que a maioria dos senadores são culpados ou somente alguns possuem culpa? Existe alguma relação desses problemas sérios com os caciques políticos?

 

 

 
O Senado com a produção de seus atos secretos escondem nomeações duvidosas, uma parte razoável constituída de fantasma, aumentam benefícios e salários de senadores, familiares e funcionários da Casa e transformam aquela instituição que deveria ser sagrada para todo o povo brasileiro em um ambiente altamente desprezível e sem respeito. Segundo os competentes repórteres da revista Isto é Octávio Costa e Sérgio Pardellas, existem 1.400 atos secretos no senado determinando as mais diversas ações certamente em benefício de algumas pessoas, nunca da sociedade. Desses, a mesa diretora do senado admite 663 negando o restante. Entretanto, segundo os repórteres, restam 737 atos secretos que de fato ocorreram, mas que a mesa do senado não revelou. A informação desse quantitativo foi repassada aos repórteres por diretores do senado.

coronelismoO Senado, é uma instituição que produz muito pouco e é extremamente cara para o povo brasileiro. Durante o ano de 2008, as cerca de 10 mil pessoas que trabalham lá receberam R$ 2 bilhões em salários diretos e indiretos. Nesse mesmo ano, foram gastos somente com passagens aéreas R$ 19 milhões e R$ 1,3 milhão com diárias no exterior. Também em 2008, foram gastos R$ 59 milhões com serviços médicos e odontológicos e R$ 3,3 milhões com auxílio creche. Em homenagens e festas, o Senado gastou mais de R$ 440 mil no ano passado. Ao todo, o Senado custou ao Tesouro Nacional cerca de R$ 2,7 bilhões somente o ano de 2008.

 

 

Com a chamada verba indenizatória que foi alterada em 2005 para R$ 15 mil mensais por senador existe um total descontrole da forma como é gasta essa verba. A sua finalidade é única e exclusivamente para a atividade parlamentar, entretanto, existem exemplos incontáveis de sua utilização para atividades sem nenhuma relação com o exercício do mandato. Temos casos de senadores utilizando essa verba para pagar segurança particular, para fazer refeições em restaurantes caríssimos, fretar jatinhos, comprar presente para esposa, abastecer avião particular e uma infinidade de outras finalidades que destoam totalmente daquelas para as quais essa verba é destinada.

Infelizmente, são muito poucos os senadores que estão totalmente imunes aos problemas crônicos do Senado. É verdade que esses problema vêem desde muito tempo, entretanto, eram encobertos por todos porque praticamente todos se beneficiavam desse esquema. Quando dois grupos constituídos de coronéis da política divergiram fortemente na disputa pelo comando da casa e um desse grupo perdeu, então houve a revelação dessa podridão que acalentava as paredes do Congresso Nacional, mais especificamente do Senado Federal. Nesses dois grupos estão dois expoentes dos coronéis, José Sarney e Tião Viana. Esses Senhores mandam e desmandam em seus Estados, são pessoas que não aceitam perder, se alguém vai contra as suas determinações e seus objetivos são trucidados e derrotados de uma forma ou de outra. Eles sempre querem ficar na melhor, não aceitam perder e nem serem questionados. Isso, de certa forma foi bom para o Senado porque ajudou revelar a podridão que existia, entretanto, o coitado do povo dos Estados desses caciques políticos continuam sofrendo e sem perspectivas com esses carrascos no poder. O que é mais triste é sabermos que existem muitos outros Estados e uma infinidade de Municípios brasileiros que esses princípios de coronéis na política, constituídos de caciques políticos, são dominantes ajudando a piorar a péssima imagem da política e a aumentar as desgraças na vida do povo.

A ESCÓRIA POLÍTICA, POR CLAUDIO LESSA

2 de julho de 2009

Nos Estados Unidos, uma boa medida da democracia e do relacionamento interpessoal – sem a infame Síndrome da Subserviência observada rotineramente no Brasil – é a percepção de que todos limpam o traseiro exatamente da mesma forma, quando vão ao banheiro.

Esse conceito profundamente arraigado na alma do norte-americano, por mais chulo que possa parecer à primeira vista, está na raiz de uma postura que não admite o que se passa no fazendão atualmente. Isso não quer dizer que, nos Estados Unidos, as pessoas não tentem; não impede que as pessoas façam; não mantém o ambiente livre de picaretas, escroques e chefetes. O conceito, no entanto, torna o mal-feito público na primeira oportunidade, e elimina do convívio – de uma forma ou de outra – aqueles que são apanhados com a boca na botija.

De maneira geral, a imprensa e a opinião pública nos Estados Unidos parecem manter viva essa chama, ejetando quem quer que seja de qualquer cargo, mandando para a cadeia qualquer um (a despeito de sua suposta posição na “cadeia alimentar”). Os exemplos abundam: vão de Nixon ao presidente da Enron, passando por um monte de deputadinhos, senadores e governadores que já tentaram de tudo, até arranjar michês em banheiros de aeroportos ou se encontrarem com amantes em outros países.

Muitos consideram essa atitude hipócrita, em boa medida, e não perdem tempo em citar outros exemplos de como, em determinado momento, a sociedade norte-americana mostrou leniência com algumas figuras que acabaram caindo de vez, por si mesmas, mais adiante. Talvez, de um certo ângulo, os críticos tenham um pouco de razão. Afinal de contas, ninguém é perfeito. Mas se existir uma escala de medição para esse tipo de aperfeiçoamento, não adianta reclamar nem argumentar: a postura adotada nos Estados Unidos é infinitamente mais adiantada do que a brasileira, sem chegar aos excessos japoneses e coreanos de suicídio como prova final de vergonha e arrependimento. Humilhação pública, cadeia e, em alguns casos, a injeção letal bastam.

Num mundo globalizado como o nosso, é igualmente chulo se ouvir de gente que teoricamente deveria estar cuidando da manutenção de nossas instituições no mais alto nível que fulano ou sicrano não podem ser julgados como pessoas comuns, que o anúncio das picaretagens cometidas por atos secretos fazem parte de alguma campanha “midiática” (foram os jornalistas os responsáveis pelos atos secretos que entronizaram os parentes e cupinchas em posições-chave para depois criar o escândalo?) contra A ou B?

Lembre-se, leitor(a), de que qualquer um(a), comum ou não, governador ou faxineiro, senador, deputado ou presidente, letrado ou analfabeto, branco ou preto, machão ou boiola, se limpam exatamente da mesma forma quando vão ao banheiro. Ninguém está acima de ninguém.

É exatamente aí, na hora da busca de quem nos represente politicamente, que entra a necessidade de uma escolha que mescle consciência, esperança e uma boa dose de idealismo, mas sem deixar que a Sindrome da Subserviência atrapalhe. Afinal, como é que se pode esperar a manutenção de nossas instituições no mais alto nível se os encarregados para essa tarefa, escolhidos por nós – ainda que se vistam bem, sejam membros da Academia Brasileira de Letras, tenham carros e propriedades caras, possuam mordomos e tenham parentes que estudaram nas melhores escolas estrangeiras – são a escória?

SIMPLICIDADE

2 de julho de 2009
simplicidadeiSer simples requer um profundo conhecimento e entendimento sobre as coisas e pessoas para poder apreciá-las da maneira como elas realmente são, ou seja, a simplicidade, indubitavelmente, é uma resultante da sabedoria.

Ademais, ser simples não significa ser ignorante, ou idiota, ou amalucado, ou estar ausente da realidade que o cerca, ou viver num ilusório limbo, ou desconhecer importantes fatos sobre a vida, ou ser submisso, ou ignóbil. Muito pelo contrário, o ser realmente simples, por estar plena e objetivamente ciente sobre a realidade irrefutável da vida, caminha serenamente de mãos dadas com a virtude, com o discernimento e com a sapiência.

Então, como resultado de sua elegante ingenuidade ele consegue vagar suave e diligentemente por assuntos complexos, enigmáticos ou profundos tais como a essência natural de todos os seres, a origem e a evolução do universo, a magnânima manifestação da Divindade e a sublime interconexão existente entre estas fantásticas forças que são aparentemente distintas.

Outrossim, sua perspicácia o auxilia a sentir-se extasiado com o nascer do sol, fascinado com o sorriso de uma criança, apaixonado pelo florejar de um jardim, encantado com um passeio pelo parque, vislumbrado com o carinho de seu(ua) companheiro(a), hipnotizado pelo silêncio da floresta, deleitado com a presença de um amigo, enfeitiçado pela magia da lua cheia, rejuvenescido por um banho de mar ou rio, enamorado por sua caminhada e motivado pela vida.

Ademais, por meio de sua sensatez ele consegue perceber a fragilidade humana com benevolência, as errôneas condutas humanas com compaixão, as dores humanas com empatia e os desvirtuosos caminhos que, mormente, as pessoas seguem com esperança, fé e amor.

Assim sendo, que a sábia simplicidade desenvolvida por meio da disciplina, do conhecimento e da virtude seja uma constante escolha nas vossas jornadas, pois ela é tão importante e necessária como o alimento, o abrigo e a busca pela materialização dos vossos sonhos pessoais visto que, quando assim vocês conduzirem suas caminhadas, vocês estarão espalhando veneráveis sementes pelas lavouras de vossas vidas.

www.tadany.com
Rishikesh – India

FUNCIONARIO DO METRO DE SP ACHA CARTEIRA COM DINHEIRO E DEVOLVE

1 de julho de 2009

Do G1, em São Paulo  bolsa

Funcionário do Metrô devolve carteira a Yeda. (Foto: Márcio Costa/Divulgação)

Um funcionário do Metrô de São Paulo encontrou nesta terça-feira (30) uma carteira com R$ 460 em dinheiro e a devolveu à sua dona em uma estação no centro da capital paulista.

A professora aposentada Yeda Apparecida Guimarães de Godoy, de 77 anos, deixou cair a carteira no momento em que passava pela catraca da estação Santa Cecília, da linha 3 (vermelha).

Minutos depois, o operador de estação Marcelo Alves Paes de Barros encontrou a pequena bolsa. Ao abrir, encontrou, além do dinheiro, uma certidão de nascimento. Com o nome em mãos, Barros pediu para que o Centro de Controle Operacional do Metrô emitisse aviso sonoro pedindo a Yeda que procurasse um funcionário. 

 

Quando saía da estação Palmeiras/Barra Funda, a última da linha 3, a aposentada ouviu seu nome sendo anunciado. Ela foi até a estação Santa Cecília, onde foi questionada a respeito do valor e da quantidade de notas perdidas. Conforme o Metrô, isso foi feito por medida de segurança.

Yeda afirmou que o dinheiro seria usado na compra de uma passagem para Maringá, no Paraná, cidade onde vive, e no pagamento do aluguel de sua casa. Emocionada, ela agradeceu aos funcionários do Metrô. “Se não tivessem achado esse dinheiro, não sei como voltaria para casa. Esse trabalho realizado por eles é o de verdadeiros anjos.”

O operador Barros afirmou que este não é o primeiro objeto que encontrou abandonado na estação. “Na semana passada, encaminhamos para a central de achados e perdidos uma bicicleta que esqueceram na plataforma”, disse.

Em 2008, a Central de Achados e Perdidos, localizada na estação Sé, registrou 57.531 objetos abandonados. Desse total, 16.995 foram devolvidos, índice que corresponde a 29,5%.

A central funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, exceto feriados. O atendimento pelo telefone 0800 770-7722 é feito das 7h às 19h nos dias úteis, e das 9h às 15h aos sábados.

COLUNISTA DESTACA VIAGEM DE RK A EUROPA

1 de julho de 2009

rrrrkkkAmigo de longas datas deste blogueiro, o colunista Zuza Carneiro criou um diário no site dele, para mostrar a viagem que este que vos escreve está fazendo pela Europa. Nada de glamourosa, a viagem é estritamente de negócios e cultural. Zuza Carneiro vai homenagear também este blogueiro no conceituado Premio Boto de Ouro, a ser realizado em agosto em Porto Velho. Antecipadamente agradecemos as homenagens.

VEJA AQUI

MENINA DE 14 ANOS, DÁ EXEMPLO PARA IVETE SANGALO E CIA

1 de julho de 2009

Por Gilberto Dimenstein

juliaaaaaGiulia Olsson tem 14 anos e estuda no ensino médio na Flórida (EUA). Nos últimos meses, ela vendeu limonada na rua, lavou carros, disparou e-mail por várias partes do mundo para arrecadar dinheiro destinado à orquestra sinfônica de Heliópolis, a maior favela de São Paulo. Conseguiu levantar R$ 30 mil.

Giulia está, nesse momento, ensinando violino para as crianças da sinfônica e vai se apresentar na Sala São Paulo –a história detalhada está no www.catracalivre.com.br.

É uma lição para celebridades como Ivete Sangalo e Caetano Veloso, entre outras celebridades brasileiras, que vêm conseguindo dinheiro público para seus shows. Uma das justificativas dadas pelo Ministério da Cultura para aprovar a concessão do benefício à turnê de Caetano Veloso (um benefício totalmente dentro da lei, diga-se), é que Ivete Sangalo, montada nos seus milhões de reais, com plateias cheias, também ganhou –assim como Maria Bethânia.

Todas essas celebridades fariam melhor a elas mesmas e ao país se, como Giulia, pelo menos compartilhassem suas experiências com estudantes.

Enquanto uma menina de classe média se empenha em ajudar uma comunidade, transformando dinheiro privado em ação pública, a Lei Rouanet tem permitido o contrário –dinheiro público voltado a interesses privados.

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.E-mail: palavradoleitor@uol.com.br    

ENTRE FALSAS VOZES

30 de junho de 2009
 chicoeemmanuelweb4Se a preguiça te pede: - “Descansa!”, responde-lhe com algum acréscimo de esforço no trabalho que espera por teu concurso. Se a vaidade te afirma: - “Ninguém existe maior que tu!”, retribui com a humildade, reconhecendo que não passamos de meros servidores da vida, entre os nossos irmãos de luta.

Se o orgulho te diz: - “Não cedas!”, aprende a esquecer-te, auxiliando sempre. Se o ciúme te segreda aos ouvidos: - “A posse é tua!”, guarda silêncio em tua alma e procura entender que o amor e o bem são bênçãos do Céu, extensivas a todos. Se o egoísmo te aconselha: - “Retém!”, abre as tuas mãos e distribui a bondade com os que te cercam.

Se a revolta te assevera: - “Reage e reivindica os teus direitos!”, aguarda a Justiça Divina, trabalhando e servindo com mais abnegação. Se a maldade te sugere: - “Vinga-te!”, considera que mais vale amparar constantemente o que companheiro, quanto temos sido auxiliados por Jesus, a fim de que o amor fulgure em nossas vidas.Os falsos profetas vivem nos recessos de nosso próprio ser. Se aceitamos Jesus em nosso roteiro, ouçamos o que nos diz o seu ensinamento e apliquemo-nos à prática de Suas lições Sublimes.

Olvidemos as insinuações da ignorância e da treva, da crueldade e da má fé, que nos enrijecem o sentimento e, de coração unido à Vontade do Mestre, vendo a vida por seus olhos e ouvindo os nossos irmãos, através de seus ouvidos, estaremos realmente habituados à posição de intérpretes do seu Infinito Amor, em qualquer parte.

 
Emmanuel
Do livro ”Levantar e seguir”
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

O DESTINO DOS SEGUIDORES DE CASSOL

30 de junho de 2009

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OLHA O QUE EU ENCONTREI EM OSLO!!!

30 de junho de 2009

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Cara, encontrar vendedor de redes do Nordeste do Brasil em Oslo é o fim da picada. E, também, sandálias Havaianas, as legítimas! Pois encontrei hoje a tarde, durante um passeio. E, melhor. Bem em frente ao Café Brasil. Depois desta, preciso me esconder. Pode haver alguém ouvindo funk nas cercanias. Look: redecafebrasil