RIO DE JANEIRO-O blog encontrou ontem à noite, em pleno Shopping Downtown, na Barra da Tijuca (Rio), o presidente da Federação de Futebol de Rondônia, Heitor Costa, com o filho Bruno e esposa. Bruno Costa é o responsável (gerente) pela categoria de base do Fluminense. Heitor fica no Rio para assistir quarta-feira, ao jogo do Brasil X Bolívia, pelas eliminatórias da Copa do Mundo.
O arcebispo de Porto Velho-RO, dom Moacir Grechi, pediu aos seguidores do Cristianismo assinaturas contra candidaturas de assassinos e autores intelectuais de crimes de pistolagem, ladrões, corruptos, venais e incapazes. “No Rio de Janeiro mais de cem candidatos são assassinos. Quantos serão os ladrões, corruptos, incapazes, venais?”, questionou durante a apresentação do programa “Amanhecer com a Ave Maria”, transmitido pela rádio Caiari de Porto Velho.
COMBATE À CORRUPÇÃO
Dom Moacir pediu assinaturas favoráveis ao Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral: “Recomendo que assinem o documento contra a ficha suja, que está nas portas das igrejas e secretárias para que pessoas sem condições de ser candidato não o seja e para que tenhamos uma lei nesse sentido”, disse. Dom Moacir exortou os fiéis ao exercício da cidadania, voto útil e consciente nas eleições do dia 5 de outubro.
CONTRA INJUSTIÇAS SOCIAIS
Em programas anteriores o arcebispo condenou altas taxas de juros que beneficiam especuladores transnacionais; concentração de renda nas mais de uma minoria; política contracionista; desemprego; exclusão social, marginalização e criminalização de milhões de brasileiros que sobrevivem na linha abaixo da pobreza; violência das forças policiais contra os mais pobres e formação de esquadrões de extermínio; manutenção de glebas, sesmarias improdutivas no patrimônio de latifundiários ou grileiros autores de crimes de pistolagem; êxodo rural e outros problemas sociais, de reação circular, prejudiciais a todas as classes sociais, herdados de governos pretéritos ou reprodução cruel e inversa à contrapartida social ao pagamento de impostos, parâmetro da inadimplência dos agentes públicos e Aparelhos Repressivos no Brasil.
Com receio de ser mal interpretada pela mídia, que poderia tratar o assunto de modo sensacionalista, como se fosse um apelo em busca de visibilidade, a cantora Joanna resolveu esconder uma de suas experiências mais fascinantes, vivida durante um show em Belém do Pará.
Quem conhece Joanna bem sabe que seu escrúpulo jamais permitiria algo dessa natureza para ludibriar o público, até porque o sucesso da cantora é mais que suficiente sem a mínima necessidade de apelos e trapaças.
Normalmente Joanna não consegue enxergar quem está na platéia, o que é comum à maioria que enfrenta no palco os spotlights que ofuscam a visão. Mas nessa noite foi diferente. Ela conseguia, sim, enxergar, com nitidez, apenas uma pessoa. Era a figura de um jovem de singular beleza, que chamava a atenção por usar bandagens na cabeça, parecia um vistoso turbante. E o jovem sorria o tempo todo.
Joanna contou depois de encerrado o show que não conseguia desviar o olhar daquele homem, algo a impelia a cantar especialmente para ele. No camarim, como sempre lotado de amigos e admiradores, Joanna então perguntou:
- Quem era o rapaz de turbante na platéia? Ninguém soube responder, porque ninguém o havia notado.
Joanna: - Impossível. Ele estava na primeira fila e com aquele turbante era impossível não percebê-lo.
Intrigada, passou a descrevê-lo com detalhes, quando foi observando algumas pessoas da cidade se entreolhando, algumas boquiabertas. Era a descrição exata da fisionomia de um eletricista de Belém que havia morrido eletrocutado em acidente de trabalho, poucas semanas antes do show. Fã ardoroso de Joanna, alguém lembrou que tinha sido ele um dos primeiros a procurar o teatro para garantir que não ficasse sem ingresso. Era seu sonho assisti-la.
O assunto era instigante demais. Mandaram chamar os pais do rapaz no dia seguinte trazendo uma foto do filho. Joanna quase desfaleceu. Era o próprio. Ficou sabendo de sua excitação desde quando anunciaram o show em Belém.
Católica e muito espiritualizada, ela tem absoluta certeza que viveu uma experiência mediúnica.
Detalhe: a família cuidou para que o filho fosse velado convenientemente. O choque elétrico de alta tensão que o matou castigou sua cabeça, queimando-a inteira, e ela foi coberta com um turbante.